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SE DEU MAL

Roger Waters, em entrevista ao Fantástico, disse que se surpreendeu com as vaias depois de chamar Jair Bolsonaro de neofascista:

“Achei que todos aplaudiriam, porque era isso que deveria acontecer. Naquele momento do show, em todos os lugares que tocamos no mundo todo, todos ficam tão contentes nessa parte, todos aplaudem. Aí me perguntei. O que está acontecendo?”

Essa é a mesma pergunta que os petistas estão fazendo.

PESQUISAS

O Instituto Paraná fez pesquisa presidencial em São Paulo.

Jair Bolsonaro tem 59,1% das intenções de voto; Fernando Haddad, 25,5%.

Nos votos válidos, Bolsonaro vai a 69,9% e Haddad a 30,1%.

PESQUISAS II

Jair Bolsonaro é o favorito para 70% dos eleitores, diz a pesquisa do BTG.

Até os petistas reconhecem que Fernando Haddad já era.

É a síndrome de Geraldo Alckmin que se abate sobre sua campanha – e deve desestimular ainda mais a sua turma.

PESQUISAS III

O publicitário Fernando Barros, da Propeg, disse que não foi o marketing político que morreu na eleição deste ano, mas sim os institutos de pesquisa, relata a Época.

“Com déficit tecnológico, não conseguiram acionar os alarmes a tempo do tsunami [Bolsonaro]. Em menos de uma semana as previsões derreteram.”

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Palácio do Planalto entende que aumento salarial aprovado pelo Congresso viola iniciativa reservada ao presidente da República no que diz respeito à criação de cargos e aumento de sua remuneração. Segundo o governo, também desrespeita a emenda constitucional que estabelece o teto de gastos e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), criando despesa sem indicar estimativa de impacto.

Além disso, cria gastos com pessoal nos últimos 180 dias do mandato presidencial, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A maior parte dos salários dos agentes é bancada pela União.

Cadastro

A Câmara e o Senado têm votações previstas para esta terça-feira (16). Entre as propostas que os senadores podem apreciar está o projeto de lei que trata da privatização de distribuidoras de energia elétrica. O projeto do Executivo visa a eliminar entraves jurídicos para despertar o interesse de investidores pelas empresas.

Outro projeto na pauta do Senado é o que destina 10% das multas ambientais para a arborização urbana e recuperação de áreas degradadas, além da proposta para estabelecer validade da receita médica no território nacional, independentemente do estado em que tenha sido emitida. Além dessas propostas, há mais sete projetos de decreto legislativo para ratificar acordos internacionais firmados pelo governo brasileiro.

Os deputados devem concluir a votação do projeto do cadastro positivo obrigatório. O texto básico foi aprovado em maio, mas ainda há destaques para serem apreciados pelo plenário da Câmara.

Os defensores do cadastro positivo argumentam que a medida contribuirá para reduzir os juros ao consumidor. Já os parlamentares que se opõem ao cadastro obrigatório dizem que o acesso aos dados do contribuinte poderá aumentar a possibilidade de vazamento.

Financiamento

Também está na pauta da Câmara o projeto que permite que as empresas aéreas com sede no Brasil sejam controladas pelo capital estrangeiro. Atualmente, a participação estrangeira é limitada a 20% do capital social da companhia. A mesma proposta mexe na Política Nacional do Turismo.

Duas medidas provisórias podem ser votadas no plenário da Câmara esta semana. A primeira cria uma linha de financiamento para as santas casas e os hospitais filantrópicos credenciados do Sistema Único de Saúde, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e antes da votação precisa ser lida no plenário.

A outra MP cria 164 cargos comissionados para o Ministério da Segurança Pública e perde a validade nesta quarta-feira. Segundo o governo, a criação desses cargos vai custar R$ 14 milhõe neste ano e R$ 19,4 milhões, em 2018.

Informações da Agência Brasil

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo Agência Brasil

Segundo o candidato do PDT, é preciso uma ‘mudança radical’ na política, na economia e no combate à criminalidade e à corrupção

O candidato do PDT ao Governo do Estado, Carlos Eduardo Alves, declarou oficialmente apoio ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que disputa segundo turno contra Fernando Haddad (PT).

Em um vídeo divulgado nesta sexta-feira, 12, Carlos Eduardo faz críticas ao PT – partido de sua adversária no segundo turno local, Fátima Bezerra, e de Haddad.

“O PT nos prometeu um País mais justo, com mais emprego, mais segurança, mais saúde, mais educação. Um Brasil com um governo ético e sem corrupção. 12 anos depois, temos um Brasil dividido e vivendo sua maior crise econômica, com 13 milhões de desempregados, a maior violência de todos os tempos e a maior crise ética e moral da sua história”, afirmou.

Segundo o candidato do PDT, é preciso uma “mudança radical” na política, na economia e no combate à criminalidade e à corrupção para romper com esse quadro.

“Por tudo isso, não podemos errar de novo e votar no PT. Por tudo isso e para que o Rio Grande do Norte não fique de fora do novo Brasil, que sairá vencedor das urnas, Bolsonaro presidente”, finalizou.

No primeiro turno presidencial, Carlos Eduardo apoiou seu correligionário Ciro Gomes. Esta semana, a Executiva Nacional do partido anunciou “apoio crítico” a Fernando Haddad.

Informações do Portal Agora RN

Foto: José Aldenir

REJEIÇÃO EM ALTA

Carlos Augusto Montenegro, dono do Ibope, disse a Merval Pereira que “a rejeição a Lula e ao PT é tão grande que, se o ex-presidente fosse candidato hoje, poderia perder a eleição”.

Lula é Haddad. Contra Jair Bolsonaro, ele teria os mesmos 40% dos votos de seu poste.

APERTEM OS CINTOS, LULA SUMIU!

No primeiro programa de rádio de Fernando Haddad, Lula não foi citado uma única vez.

O PT também desapareceu. Fernando Haddad disse que “essa campanha não é de um partido. Quero contar com todos que são a favor da democracia”.

CARA NOVA NO STF

São Paulo – O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, participa do V Forum Nacional Criminal dos Juízes Federais (Fonacrim) que discute “Corrupção e lavagem de dinheiro”, no Hotel Renaissance, região central (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Jair Bolsonaro, em seu mandato, poderá indicar dois nomes para o STF.

O primeiro que ele pretende convidar, segundo a Veja, é Sergio Moro. Depois, João Pedro Gebran Neto ou Marcelo Bretas.

RECONHECENDO A DERROTA!

Lula está pronto para a derrota de Fernando Haddad. Ele mandou plantar na Folha de São Paulo que o importante é o PT “qualificar a derrota”, apontando “a tragédia que virá”.

Ele disse também: “O tsunami vai e volta”.

Fernando Frazão/Agência Brasil

Utilizando as redes sociais, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, rebateu as críticas sobre sua ausência e suposta fuga dos debates com o candidato do PT, Fernando Haddad. Segundo ele, após um novo exame a que será submetido no dia 18, deverá ser liberado pelos médicos para os debates e demais atividades de campanha.

“[Para] quem acha que estou fugindo de debates, estou cuidando da minha saúde. Não adianta eu debater, ter uma recaída e voltar para o hospital”, disse o candidato, que informou estar disposto a participar de pelo menos dois debates.

A resposta foi dada durante uma entrevista ao vivo ao empresário Luciano Hang, em vídeo divulgado pelo Facebook, ao comentar a acusação de que estaria fugindo de debates. A entrevista foi ontem (10). Mais uma vez, o candidato reiterou sua determinação de reduzir para 15 o número de ministérios.

Também no Facebook, Bolsonaro, em sua página, postou cinco colagens, reunindo títulos e links de reportagens antigas, de 2006 e 2009, informando que os então candidatos do PT Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff não participaram de debates. A reação é uma resposta a Haddad que tem cobrado dele a participação nos eventos.

Propostas

Após reunião com a bancada ruralista, o candidato deu a entender que pretende fundir as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente e que o nome do ministro será sugerido pelo setor produtivo. “Tem que ser uma pessoa competente, com autoridade e que tenha iniciativa”, afirmou.

Na entrevista, Bolsonaro afirmou também que definirá o décimo terceiro salário para beneficiários do Bolsa Família e que investigará financiamentos internacionais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Questionado sobre o programa Mais Médicos, o candidato afirmou que os estrangeiros que quiserem ingressar e tiverem a intenção de permanecer atuando no Brasil, deverão passar pelo processo de revalidação dos diplomas.

Assim como fez após o primeiro turno das eleições, Bolsonaro voltou a questionar a lisura das urnas eletrônicas e pediu a volta do voto impresso. Ontem (10), em visita a Lisboa, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, destacou a confiabilidade das urnas e do processo eleitoral brasileiro.

Informações e foto Agência Brasil

Foi publicada na tarde desta quarta (10) a primeira pesquisa sobre a corrida presidencial das Eleições 2018, segundo turno. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Big Data, sendo registrada no TSE sob o nº BR-09687/2018. De acordo com o levantamento, Bolsonaro (PSL) tem 54% dos votos válidos e Haddad (PT) tem 46%. As informações são da Revista Veja.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A população de renda muito baixa foi a menos atingida pela inflação em setembro, de acordo com análise do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O cálculo é feito com base nas variações de preços de bens e serviços pesquisados pelo Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor (Snipc), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o Ipea, o indicador, divulgado hoje (10), revela uma forte alta no grupo transportes, especialmente, em combustíveis (4,2%) e em passagens aéreas (16,8%). Esses grupos pressionaram a inflação de todas as faixas com o maior impacto para as famílias de maior poder aquisitivo.

Diferenças

As famílias de maior poder aquisitivo, segundo o indicador, sofreram impactos também do grupo despesas pessoais, influenciado pelas altas dos serviços pessoais (0,42%) e de despesas com recreação (0,30%).

Pelo estudo, as famílias mais pobres foram as mais prejudicadas com a alta dos grupos alimentos e bebidas e habitação. Com peso maior nos gastos da população dessa faixa de renda, os gastos com reajustes do aluguel (0,24%), energia elétrica (0,46%), cereais (1,7%) e panificados (0,9%) pressionaram a inflação dos segmentos de menor renda.

Índices

Segundo o Ipea, no acumulado do ano, a inflação para as famílias mais pobres ficou em 2,99%, sendo de 3,63% para as de renda mais elevada. Se a avaliação observa o período de 12 meses, os preços dos bens e serviços consumidos pela população de maior renda apresentam elevação de 4,85%, mas para o segmento de renda muito baixa a taxa é de 3,90%.

A avaliação do Ipea mostra ainda que todas as faixas apresentaram aceleração nas suas taxas de inflação neste período, um reflexo dos índices de setembro de 2018 que foram superiores aos anotados no mesmo mês em 2017.

Na renda muito baixa, a variação da inflação passou de 0,01% em 2017 para 0,34% este ano. Nas famílias de renda alta era 0,23% e este ano subiu para 0,53%.

Informações e foto da Agência Brasil

O subtenente Hélio Fernando Barbosa Lopes, que adotou o nome de campanha de Hélio Bolsonaro, foi o deputado federal mais votado no Estado do Rio de Janeiro (RJ) nestas Eleições de 2018. Ele obteve nada menos que 345.234 votos. Hélio Negão, como também é conhecido, é filiado ao PSL, mesmo partido do presidenciável Jair Bolsonaro.

Foto: Reprodução/Facebook

 

Essa é a maior renovação desde a redemocratização. O PSL foi o partido que ganhou mais deputados novos, 47 de uma bancada de 52 parlamentares

O índice de renovação na Câmara dos Deputados nesta eleição foi de 47,37%, segundo cálculo da Secretaria-Geral da Mesa (SGM). Em números proporcionais, é a maior renovação desde a eleição da Assembleia Constituinte, em 1986. No domingo (7), foram eleitos 243 deputados “novos” (de primeiro mandato) e reeleitos 251 deputados, de um total de 444 candidatos à reeleição. Ou seja, 56,5% dos deputados que se candidataram à reeleição foram reeleitos. Também foram eleitos 19 ex-deputados de legislaturas anteriores (3,7%).

Desde a eleição de 1994, o percentual de renovação na Câmara ficou abaixo de 40%, de acordo com os dados da SGM. A média de 1994 até 2014 foi de 37%. Três eleições tiveram o menor índice de renovação: 1994, 1998 e 2002. Até então, a eleição com maior número de novos rostos havia sido a de 1990, com 46% de renovação.

Para elaborar a nova Constituição, foram eleitos 235 novos deputados, ou 48% do total. A renovação da Câmara na primeira eleição de deputados já com a Carta Magna publicada, em 1990, foi de 46%, um ponto percentual abaixo da atual.

Esses índices levam em consideração todos os deputados titulares e os suplentes que assumiram o mandato em algum momento da legislatura, em um total de 612.

Renovação por partido

O PSL foi o partido que ganhou mais deputados novos, 47 de uma bancada de 52 parlamentares. Em segundo lugar ficou o PRB (18 novos parlamentares), seguido por PSB (16), PT (15), PSD (14), PP e PDT (12 cada) e DEM (10). Os outros partidos elegeram menos de dez novos deputados.

Agência Câmara Notícias

SEPULTAMENTO ELEITORAL

A ex-prefeita Marília Dias sepultou sua carreira política no último dia 07. Segundo fontes, a ex-prefeita teria prometido 4.000 votos a então candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa, Terezinha Maia. O que se observou na apuração dos votos foi uma verdadeira cena fúnebre, pois naquele momento era decretada a morte política da ex-prefeita em Macaíba, que somou apenas ínfimos 996 votos dos 4.000 prometidos.

CULPADA

Lideranças e vereadores ligados à Terezinha Maia estariam culpando a ex-prefeita Marília Dias pela derrota da esposa do atual Prefeito de São Gonçalo do Amarante. Segundo matemáticos políticos, a candidata ficou fora por apenas 450 votos. Como a promessa em Macaíba era grande, a então candidata preferiu desviar grande parte de sua campanha ao município de Macaíba, deixando de lado possíveis possibilidades de apoio em outros redutos eleitorais.

SEPULTAMENTO ELEITORAL II

Como prevíamos, a ex-prefeita sepultou sua carreira política e mostrou que hoje seu poder eleitoral é bem menor do que o de um vereador. A votação dada a Terezinha mostrou que os votos da ex-prefeita não eram dela, e sim da oposição. Neste dia 7, com o sepultamento da sua carreira política, a ex-prefeita deixou de ser uma alternativa da oposição para a disputa do Executivo Municipal.

A FORÇA DOS BOBS
Visando às eleições de 2020, os Bobs mostraram força e um grande poder de articulação. Segundo fontes, Bob Pai e Bob Filho se preparam para uma disputa ao Executivo Municipal. Os Bobs deram a Hermano 2.021 votos e a João Maia 2.753 votos. Com essa votação, pai e filho já começam a sonhar com a cadeira do Executivo.
FRACASSO
“Meu Precioso” fracassou no seu apoio ao candidato Chico Macaíba. Segundo informações, Mário deu ao seu candidato apenas 253 votos, perdendo até mesmo para “Doutorzinho”, que teve 382 votos, sepultando assim um possível sonho de chegar à Câmara Municipal. Ainda paira uma dúvida no ar: estes 253 votos realmente foram adquiridos através do Precioso?
PREPARANDO O TERRENO
Quem também fez bonito foi Netinho França. A família França deu ao deputado federal Fernando Mineiro 4.390 votos, mas, segundo nossas fontes, essa votação também é fruto do árduo trabalho do PT em Macaíba. Netinho é um dos que sonham um dia subir a rampa do Palácio Auta de Souza.
ANÁLISE
Para os observadores políticos que analisaram os números para deputado estadual, o atual prefeito de Macaíba, Dr. Fernando, mostrou um poder eleitoral descomunal. Se pegarmos a votação de toda a oposição, o atual prefeito ganhou capital eleitoral de mais de três mil votos sobre seus opositores.
ANÁLISE II
Depois do resultado das ruas e urnas, se tem uma coisa que ficou clara é que o atual prefeito ainda continua sendo o maior líder político da história de Macaíba. Fernando sai do primeiro turno órfão de senador, governador, deputado estadual e federal, porém mostrou a todos que compõem a oposição que seu capital eleitoral ainda é bem superior ao da concorrência, dando à sua candidata a deputada estadual, Dra. Ederlinda, quase 11 mil votos.
SEGUNDO TURNO
Neste segundo 2° turno, Dr. Fernando permanece em silêncio, mas irá ouvir os dois candidatos ao cargo de Governo do Estado. O atual prefeito apoiou Fátima para o Senado em 2014.

Carlos Eduardo participa de encontro com a executiva nacional do PDT e busca liberação para firmar aliança com o partido de Bolsonaro

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), que ficou em segundo lugar nas urnas para o Governo do Estado, com 525.933 votos, viajou nesta segunda-feira, 8, para Brasília. Ele vai participar de um encontro com a executiva nacional pedetista. A reunião vai definir as estratégias da legenda para o segundo turno.

A tendência é de que o encontro permita que as executivas estaduais definam fiquem liberadas para formar alianças locais, mesmo que difiram do posicionamento para a disputa à Presidência. Além do Rio Grande do Norte, os pedetistas estão no segundo turno nos estados do Amapá, Amazonas e Mato Grosso do Sul.

Nos bastidores, a perspectiva é de que, no Rio Grande do Norte, o PDT busque aproximação com o PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro, que se manteve distante da disputa do primeiro turno para o Governo do Estado.

Informações e foto do Portal Agora RN

De cada quatro senadores que tentaram a reeleição em 2018, três não conseguiram. Essa estatística marca a eleição mais surpreendente da história recente do Senado Federal. Desde a redemocratização do país, não houve um pleito que trouxesse tantas caras novas para o tapete azul do Senado. No total, das 54 vagas em disputa neste ano, 46 serão ocupadas por novos nomes — renovação de mais de 85%.

Além das trocas de senadores decorrentes das eleições parlamentares, as disputas pelos governos estaduais também movimentam as cadeiras, devido à participação de senadores que estão na metade do mandato. Duas trocas já estão garantidas e duas ainda podem ser acontecer no segundo turno. Ao todo, o Senado pode ter 50 novos nomes em 2019, o que representaria uma mudança inédita de mais de 61% da Casa.

A eleição de 2018 colocou em disputa dois terços das vagas do Senado, ou duas das três de cada estado. Nela foi registrado o maior número de candidaturas à reeleição que já se viu: foram 32, ou quase 60% dos senadores cujo mandato chega ao fim no próximo mês de fevereiro. Apenas quatro estados não lançaram nenhum senador à reeleição, e nove lançaram os dois.

O sucesso veio para poucos, já que apenas um quarto conseguiu. É a menor taxa de reeleição anotada nas cinco eleições pós-redemocratização que colocaram em disputa dois terços das vagas do Senado. Dos nove estados com dois senadores na disputa, nenhum viu ambos retornarem. Em cinco casos, nenhum dos dois senadores conseguiu se reeleger.

Além dos 22 senadores que preferiram não buscar a reeleição e dos 24 que não a conseguiram, a renovação do Senado se completa com dois que estão na metade do mandato e conquistaram a eleição para os governos dos seus estados já no primeiro turno — casos de Gladson Cameli (PP-AC) e Ronaldo Caiado (DEM-GO) já no primeiro turno. Eles deixarão a vaga para seus suplentes.

Com isso, já estão confirmadas 48 trocas de guarda no Plenário a partir de 2019. O número é menor apenas do que no ano de 1994, quando a renovação foi turbinada pela grande quantidade de senadores que preferiu não concorrer à reeleição — apenas 20 de 54 o fizeram. O caso de 2018, portanto, é mais significativo porque a alta rotatividade foi atingida mesmo com muitos senadores vigentes na disputa eleitoral.

O número ainda pode crescer para 50. Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Fátima Bezerra (PT-RN), também no curso do mandato, seguiram para o segundo turno nos seus estados e ainda podem deixar o Senado em caso de vitória.

A bancada feminina no Senado poderá diminuir a partir de 2019. Atualmente são 13 senadoras, mas apenas cinco ainda terão mandato a partir do ano que vem. Uma delas, Fátima Bezerra (PT-RN), ainda disputa o segundo turno no seu estado e, caso seja eleita, deixará a Casa com uma mulher a menos (seu suplente é um homem). Oito senadoras assumirão mandatos em 2019: sete candidatas eleitas e uma suplente, Mailza Gomes (PSDB-AC), que substituirá Gladson Cameli (PP-AC), eleito para o governo estadual. Se Fátima Bezerra não retornar, serão 12 senadoras a partir do ano que vem.

Informações e foto da Agência Senado

Candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Durante entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, nesta segunda-feira (8), o candidato do PT à Presidência da República Fernando Haddad, anunciou que vai rever sua posição sobre a convocação de uma Constituinte e que pretende fazer reformas por meio de emendas constitucionais.

Ele citou três reformas que pretende fazer por meio de emendas constitucionais: reforma tributária, o fim do congelamento do teto de gastos e reforma bancária para diminuir a concentração de bancos e taxas de juros no país.

Sobre a afirmação do ex-ministro José Dirceu em entrevista ao El País de que o partido iria tomar o poder, Haddad disse que discorda da afirmação. “O ex-ministro não participa da campanha, não participará do meu governo e discordo dessa frase. Para mim, a democracia está sempre em primeiro lugar”, afirmou.

Jair Bolsonaro

Escolhido por sorteio, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, foi o segundo a responder as mesmas perguntas. Ele negou que, caso eleito, fará um autogolpe e afirmou que não convocará uma nova Constituinte a ser formada por um conselho de notáveis, conforme havia defendido seu vice Hamilton Mourão (PRTB) durante a campanha no primeiro turno.

Ainda sobre a possibilidade de autogolpe, Bolsonaro disse que não entendeu o que o vice quis dizer, mas afirmou que acredita no voto popular e que será “escravo da Constituição”.

“O desautorizei nesses dois momentos, ele não pode ir além do que a Constituição permite. O que falta ainda ao general Mourão é um pouco de tato, um pouco de vivência com a política”, afirmou o candidato. “Eu sou capitão, ele é general, mas eu sou (sic) o presidente”.

Informações e foto da Agência Brasil (Tânia Regô/Marcelo Camargo)

Nessa etapa, empresas com faturamento anual inferior a R$ 78 milhões devem informar dados dos trabalhadores e vínculos

A próxima fase de implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) terá início na próxima quarta (10), para empresas com faturamento anual inferior a R$ 78 milhões.

O eSocial é o sistema por meio do qual os empregadores vão informar ao governo federal dados sobre os trabalhadores contratados. Esse processo ocorre em quatro etapas, confira todas elas:

Primeira fase: devem ser comunicados os eventos de tabela (cadastros do empregador e envio de tabelas)

Segunda fase: (início na próxima quarta-feira): devem ser informados eventos não periódicos (dados dos trabalhadores e seus vínculos com a empresa)

Terceira fase: devem ser informados os eventos periódicos (informações sobre a folha de pagamento)

Quarta fase: devem ser informados dados relativos à segurança e saúde

Para as empresas com faturamento menor que R$ 78 milhões, a terceira fase (informações sobre a folha de pagamento) terá início em 10 de janeiro do próximo ano; e a última (dados relativos à saúde e segurança), em janeiro de 2020. Para acessar a íntegra da resolução com outras datas, clique aqui.

Segundo o Ministério do Trabalho, o não envio de dados dentro dos prazos pode gerar atraso nos recolhimentos e penalidades para as empresas. “A observância dos prazos é fundamental para que, ao final de cada fase, a empresa já esteja preparada para a próxima etapa”, afirmou João Paulo Machado, auditor fiscal integrante do projeto eSocial.

Informações do Portal Brasil

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Personalidades de internet e da televisão tiveram votação expressiva neste domingo. O quarto candidato mais votado do estado de São Paulo é Kim Kataguiri (DEM), líder do Movimento Brasil Livre (MBL), que ficou conhecido depois das manifestações de 2013 e em protestos a favor do impeachment de Dilma Rousseff.

São Paulo também elegeu o ator Alexandre Frota (PSL), que antes de entrar para a política participou de reality shows na televisão e de filmes. Outra eleita é Joice Hasselmann (PSL), jornalista e personalidade da internet.

Pernambuco elegeu como deputado Tulio Gadelha (PDT), que ganhou fama nacional após anunciar namoro com a apresentadora Fátima Bernardes.

Já no Rio de Janeiro, foi eleita a pastora e cantora Flordelis (PSD). O deputado federal mais votado por Santa Catarina é Hélio Costa (PRB), deputado estadual e apresentador de televisão. O mais votado do Espírito Santo, Amaro Neto (PRB) também é deputado estadual e apresentador de TV.

Líder do movimento Nas Ruas, que surgiu em 2011, Carla Zambelli vai assumir uma vaga pelo PSL de São Paulo.

O cantor Igor Kannario (PHS-BA), conhecido como o “Príncipe do Gueto”, é outra celebridade que vai ocupar uma vaga na Câmara. Ele já ocupa um cargo de vereador na capital baiana.

Formada em Harvard e ativista pela educação, Tábata Amaral (PDT-SP), filha de um cobrador de ônibus e uma diarista, é uma das estreantes na Câmara dos Deputados.

Agência Câmara Notícias

A CNT (Confederação Nacional de Transporte) divulgou nova pesquisa de intenção de votos neste sábado (6). Os dados mostram que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno. Na pesquisa, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 36,7% dos votos no primeiro turno e Fernando Haddad (PT) fica em segundo lugar, com 24% das intenções de voto.

Na reta final da eleição para o cargo de presidente, o candidato do PSL (Partido Social Liberal) confirma a tendência de crescimento. Em relação à última pesquisa divulgada pela CNT, Bolsonaro teve aumento das intenções de voto em 7,3%, enquanto Haddad caiu 3,7 pontos percentuais. Quando a pesquisa considera os votos válidos, que excluem os brancos e nulos, Bolsonaro chega a 42,6%, enquanto Haddad fica com 27,8% dos votos válidos.

Segundo a CNT, a pesquisa foi realizada entre quinta (4) e sexta-feira (6). Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Confira a pesquisa de intenções de voto para primeiro turno, com votos totais:

Jair Bolsonaro (PSL): 36,7%

Fernando Haddad (PT): 24%

Ciro Gomes (PDT): 9,9%

Geraldo Alckmin (PSDB): 5,8%

João Amoêdo (Novo): 2,3%

Marina Silva (Rede): 2,2%

Alvaro Dias (Podemos): 1,7%

Henrique Meirelles (MDB): 1,6%

Cabo Daciolo (Patriota): 1,3%

Guilherme Boulos (PSOL): 0,3%

João Goulart Filho (PPL): 0,1%

Vera (PSTU): 0,1%

Eymael (DC): 0,1

Branco / Nulo: 7,8%

Indeciso: 6,0

Segundo turno

A pesquisa considerou seis cenários de intenções de voto para o segundo turno. Bolsonaro tem empate técnico com o candidato Ciro Gomes (PDT) e vence os outros candidatos nas simulações. Confira:

1º Cenário: Jair Bolsonaro (41,9%) x Ciro Gomes (41,2%)

2º Cenário: Jair Bolsonaro (45,2%) x Fernando Haddad (38,7%)

3º Cenário: Jair Bolsonaro (43,3%) x Geraldo Alckmin (33,5%)

4º Cenário: Ciro Gomes (40,9%) x Fernando Haddad (31,1%)

5º Cenário: Ciro Gomes (46,1%) x Geraldo Alckmin (24,4%)

6º Cenário: Fernando Haddad (37%) x Geraldo Alckmin (34,3%)

Rejeição

Nos cenários de rejeição para os quatro candidatos mais bem posicionados na pesquisa, Haddad tem a maior rejeição, 53,2% dos eleitores pesquisados não votariam no candidato de jeito nenhum. Jair Bolsonaro é o segundo mais rejeitado, com 50,2%. A rejeição de Geraldo Alckmin (PSDB) é de 46,9%. Ciro Gomes é o candidato com a menor rejeição na pesquisa, com 33,4%.

Confira a pesquisa completa no link.

Portal Midiamax

Já está disponível para consulta o quinto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2018. O crédito bancário para mais de 2,5 milhões de contribuintes será realizado no dia 15 de outubro, somando R$ 3,3 bilhões.

Desse total, R$ 171,7 milhões são destinados a contribuintes com prioridade, sendo 4.307 idosos acima de 80 anos, 32.257 pessoas entre 60 e 79 anos, 4.530 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 20.362 contribuintes cuja maior fonte de renda é o magistério.

Esse lote também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017. A correção varia de 3,62% – para as declarações entregues em maio deste ano – a até 105,74% para os contribuintes que estavam na malha fina desde 2008. O índice equivale à taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada desde o mês de entrega da declaração até outubro deste ano.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone, número 146.

Informações e foto da Agência Brasil

Secretaria Estadual de Seguraça Pública vai abrir 41 vagas para delegados, 26 para escrivão e 235 de agentes de polícia; atual déficit da força é de mais de 3 mil profissionais no RN

O edital do concurso público para a Polícia Civil do Rio Grande do Norte será publicado até o fim do ano, segundo a Secretaria Estadual de Segurança e Defesa Social (Sesed). Serão 302 vagas – 41 para o cargo de delegado, 26 para escrivão e 235 de agente de polícia.

“Há 14 anos não tínhamos concurso para a Polícia Civil. Irá cobrir as vagas abertas com aposentadorias”, detalhou a titular da pasta, a delegada Sheila Freitas, em entrevista para a rádio 94 FM.

O déficit de agentes, delegados e escrivães é estimado em mais de 3 mil profissionais. Das 5,1 mil vagas existentes no plano de cargos da Civil, apenas 1,5 mil estão ocupados.

Segundo Sheila Freitas, um entrave jurídico relacionado à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) impede o aumento do número de aprovados. “São 14 anos sem concurso público. Os governos anteriores não se preocuparam em fazer concursos”, analisa.

Para concorrer aos cargos de escrivão e agente da polícia, os candidatos precisam ter nível superior em qualquer área. Com relação ao cargo de delegado, a exigência é de formação específica na área de Direito.

O salário inicial de delegado é de R$ 12,3 mil. O profissional poderá chegar a ganhar até R$ 18,7 mil. Para a agente e escrivão, os ganhos iniciais são de R$ 6,2 mil.

Informações do Agora RN

Foto: José Aldenir

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação de 0,48% em setembro, anunciou hoje (5), no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador mede a inflação oficial do país e acelerou em relação a agosto, quando houve deflação de 0,09%.

O IPCA acumula 4,53% em 12 meses, período que vai de outubro de 2017 a setembro de 2018. Já entre janeiro e setembro deste ano, a inflação acumula variação de 3,34%.

A inflação do mês passado também foi maior que a de setembro de 2017 (0,16%).

O grupo transportes teve o maior impacto no IPCA de setembro, porque apresentou alta de 1,69% após queda de 1,22% em agosto. A variação foi puxada pelos combustíveis e foi a maior para um mês de setembro desde o início do Plano Real, em 1994.

Informações e foto da Agência Brasil