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O candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT) reuniu aliados hoje em Natal, para reafirmar o apoio que já teve deles no primeiro turno e apresentar novos apoiadores agora para o segundo turno.

Veja os números que chegam para reforçar o palanque do candidato do PDT:

O prefeito de Bodó, Marcelo Porto (PSD), apoiou o governador Robinson Faria (PSD) no primeiro turno. Robinson foi o segundo colocado com 592 votos e Carlos teve 249. Se juntar os dois não ultrapassa Fátima Bezerra (PT), que ganhou em Bodó com 1.276 votos.

O prefeito de Japi, Jodoval Pontes, apesar de ser do MDB, apoiou a reeleição de Robinson no primeiro turno. Em Japi o governador só teve 439 votos. Se juntar aos 602 de Carlos Eduardo Alves, a soma não ultrapassa os 2.705 que fizeram de Fátima a mais votada do município.

O prefeito de Maxaranguape, Luiz Eduardo (PSD), apoiou o governador Robinson Faria que obteve 1.579 votos e ficou na segunda posição. Se conseguir somar esse total aos 1.262 de Carlos Eduardo que ficou em terceiro lugar, ultrapassam em 131 votos os 2.710 obtidos pela primeira colocada Fátima Bezerra em Maxaranguape. Luiz Eduardo atendeu pedido do deputado Rogério Marinho para ficar no palanque de Carlos Eduardo.

O prefeito de Passa e Fica, Léo Lisboa (PSD), apoiou a reeleição de Robinson, que ficou em terceiro lugar com 1.122 votos. Se conseguir somar esse total aos 1.947 votos de Carlos Eduardo, que ficou na segunda posição, o total ultrapassará a primeira colocada Fátima Bezerra, que obteve 2.851 votos, em apenas 218 votos.

O prefeito de São Tomé, Babá, do PSD, apoiou a reeleição de Robinson, mas o governador ficou em segundo lugar com 1.874 votos. Carlos Eduardo em terceiro obteve 1.313 votos. A soma dos dois ultrapassa a primeira colocada Fátima Bezerra, que teve 2.730 votos, em 457 votos. Babá atendeu apelo do deputado não reeleito Rogério Marinho para apoiar Carlos Eduardo.

O prefeito de Vera Cruz, Marcos Cabral (PSB), apoiou Robinson Faria, segundo colocado no município com 1.691 votos. Se conseguir transferir todos para Carlos Eduardo, somando esse total aos 1.476 do candidato do PDT, que ficou na terceira posição, os 3.167 votos ultrapassarão os 2.822 votos da primeira colocada Fátima Bezerra em 345 votos.

Na reunião para apresentar os novos aliados, o candidato Carlos Eduardo Alves estava acompanhado de prefeitos que já votaram nele no primeiro turno.

Pela ordem…

Isaías Cabral (MDB), de Acari, que já apoiou. Fátima ganhou em Acari com maioria de 368 votos sobre Carlos Eduardo.

Preta (MDB), de Lajes Pintada, que apoiou Carlos Eduardo que ficou em segundo lugar. A maioria de Fátima foi de 1.204 votos.

Bernadete Rêgo (DEM), de Riacho da Cruz, que deu vitória a Carlos Eduardo. No pequeno município do Oeste ele teve 1.007 votos contra 874 de Fátima.

Mara Cavalcanti (MDB), de Riachuelo, que já apoiou mas não deu vitória. Carlos ficou em segundo e Fátima teve maioria de 127 votos.

Fernanda Costa (MDB), de Santa Cruz, que apoiou Carlos Eduardo com o marido deputado estadual Tomba Farias (PSDB). Carlos ficou em segundo lugar em Santa Cruz e a maioria de Fátima foi de 4.289 votos.

Thaisa Galvão

Policiais Militares (9° BPM) receberam informações via COPOM que um veículo tipo Moby havia sido roubado na Cidade da Esperança, zona oeste de Natal, os policiais então se deslocaram para Felipe Camarão e encontraram o veículo estacionado, enquanto alguns policiais estavam averiguando 8 suspeitos próximo ao veículo outra parte da equipe se deparou com 2 indivíduos em cima do morro onde houve uma intensa troca de tiros, após o confronto os policiais subiram o morro íngrime e encontram veste, calçados e documentação provável de um dos suspeitos, a vítima já idosa foi sincera em dizer não ter as mínimas condições de reconhecer os acusados devido ao forte stress vivenciado onde teve que retirar as pressas do veículo sua mãe idosa de mais de 80 anos durante o roubo, todos os pertences inclusive dinheiro da vítima foram recuperados.

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou neste sábado (13) que pode ir a debates se tiver garantias de que não haverá interferência de terceiros sob Fernando Haddad (PT), seu adversário no segundo turno.

“Se for um debate, eu e ele, sem interferência externa, eu to pronto para comparecer”, afirmou, sem explicar a quem se referia ao falar em interferência externa. A declaração foi feita em meio às gravações do programa de TV, no Rio de Janeiro.

Bolsonaro deixou sua casa na manhã deste sábado, na Barra da Tijuca, e foi ai Jardim Botânico, onde grava vídeos para horário eleitoral, na casa de Paulo Marinho, seu aliado.

Desde que sofreu uma facada, no início de setembro, ele não participou mais dos debates e foi criticado por seus adversários. Bolsonaro aguarda liberação médica para fazer atos de campanha e deve passar por nova avaliação na quinta-feira (18).

Esta semana ele havia indicado que não iria aos programas mesmo se fosse liberado. “Se for eu e ele estou pronto para debater sim. Eu não quero ir a debate se houver a participação de terceiros. Quem está disputando a eleição sou ele e eu.”

Ele voltou a criticar o PT e disse que, se for eleito, vai acabar com o toma lá dá cá na política. “Não adianta você ter boas propostas, mas após uma possível eleição quem vai colocar em prática vai ser um time de ministros que quem vai escalar não vai ser o Haddad, vai set o Lula.”

Bolsonaro voltou a negar que proporia uma Constituinte se for eleito, ao contrário do que defendeu seu vice, o general Hamilton Mourão. Ele disse que seu norte é a Constituição, da qual afirmou ser “escravo”, mas reconheceu discordar de alguns pontos da Carta, sem dizer quais.

“Tem uns artigos que eu discordo. Vamos propor emendas e se o parlamento concordar, tudo bem. Uma nova constituinte, não.”

Folhapress

A Polícia Militar (2° BPM) prendeu dois criminosos nesta madrugada de sábado (13) no bairro Santa Delmira em Mossoró no Oeste Potiguar.

Segundo a PM, quatro elementos invadiram uma casa, renderam os moradores trancando todos dentro de um quarto e começaram a juntar os objetos, para roubar. Foram 03 TVs LCD, 01 ventilador, 01 notebook. roupas, bebidas e calçados. Os criminosos juntaram todos os objetos e os colocaram no carro da família para fugir.

Uma das vítimas que estavam trancadas no quarto, conseguiu mandar uma mensagem de texto via WhatsApp para um amigo, e este de imediato ligou para o 190. Quando os criminosos se preparavam para deixar a residência levando os objetos e o carro da família, foram surpreendidos pelas viaturas da Força Tática, do Tático Operacional Rodoviário (TOR) e das VTRs Ronda Cidadã e Abolição que chegaram rápido ao local.

Foi montado um cerco e depois de diligências conseguiram prender dois dos quatro criminosos. Dois suspeitos conseguiram fugir do cerco policial. Foram presos João Paulo Borges da Silva de 20 anos e Sanderson Souza da Silveira de 26 anos, ambos residentes no Abolição IV. Os dois foram conduzidos juntamente com todo o material que seria roubado, para a Delegacia de Plantão e apresentados ao delegado Evandro Luiz dos Santos para que a autoridade policial adote as medidas cabíveis.

João Paulo, que segundo a polícia não tinha antecedentes criminais e Sanderson Souza, já com passagens pela polícia, foram autuados em flagrante pelo crime de roubo majorado artigo 157. Após os procedimentos os dois foram encaminhados à Cadeia Pública juíz Manoel Onofre de Souza onde ficarão à disposição da Justiça. A polícia recuperou todos os objetos e o carro da família que seriam Roubados pela quadrilha. De acordo ainda com a PM os outros dois criminosos que conseguiram fugir levaram celulares e dinheiro das vítimas.

Como você tem acompanhado no ESTRELANDO, Alexandre Frota está sendo acusado de não pagar pensão ao filho, Mayã, de 18 anos de idade, e estaria devendo a ele cerca 71 mil reais, o que gerou uma troca de farpas por meio das redes sociais. Por causa da situação, a ex de Frota, Samantha Gondim, está querendo processá-lo.

Agora, segundo informações do Extra, a Justiça de Brasília deferiu o pedido de protesto feito pelos representantes de Mayã contra o pai. O nome do recém-eleito deputado federal por São Paulo está negativado. Ou seja, Frota não pode pedir financiamentos ou fazer compras através de crediários.

E não só isso: a diretora da 4ª vara de Família de Brasília, Renata Bittar, ainda irá pleitear um pedido de prisão para o ex-ator, na próxima segunda-feira, dia 15. Na última quarta-feira, dia 10, ele pagou parte da pensão que está devendo e o que sobrou é 42 mil e 418 reais. Com isso, Frota propôs um acordo, mas os advogados de Mayã rejeitaram que ele parcelasse esse restante.

Um pedido de prisão já havia sido formalizado no fim de setembro, mas de acordo com a Justiça Eleitoral, o ainda candidato não poderia ser detido num prazo de 15 dias, mas esse período agora já passou.

Jair Bolsonaro se declarou neutro ao ser questionado sobre apoiar algum candidato ao governo do Rio, registra Fernanda Rouvenat, da TV Globo.

Em São Paulo, o presidenciável disse que não se nega a conversar com João Doria.

“Nós somos neutros, exceto no estado onde temos candidato. Eu sei que ele [Doria] é uma oposição ao PT, somos uma oposição ao PT, e eu sei que o outro lado, o [Márcio] França, tem um apoio velado com o PT. Eu desejo boa sorte ao Doria”.

O blog conseguiu confirmar com duas fontes ligadas ao PSL que o líder em todas as pesquisas para presidente do Brasil, o deputado Jair Bolsonaro, não vai receber o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, bem como sua campanha não vai fazer nenhuma sinalização de apoio para ao candidato do PDT no Rio Grande do Norte.

Inclusive, a campanha de Bolsonaro usou o primo de Carlos Eduardo, o ex-ministro Henrique Alves no seu primeiro programa eleitoral apresentado ontem como um dos exemplos de corrupção no Brasil.

“O apoio vai se restringir a pessoas do partido no RN alguns filiados e parlamentares do partido”, disse a fonte.

Do Blog do BG

O patrimônio do advogado Tiago Cedraz , filho do ministro e ex-presidente do Tribunal de Contas da União ( TCU ) Aroldo Cedraz, passou por um aumento “expressivo” entre 2011 e 2014. Segundo a denúncia apresentada nesta semana pela Procuradoria-Geral da República ( PGR ) contra pai e filho, por tráfico de influência no tribunal, Tiago multiplicou seus bens de R$ 11,9 milhões para R$ 26,1 milhões no espaço de quatro anos. Para a procuradora-geral, Raquel Dodge, o “incremento patrimonial” de Tiago Cedraz é um dos elementos de que ele recebeu pagamentos ilícitos da empreiteira UTC para obter informações privilegiadas de interesse da empresa e interferir no tribunal.

Em nota, a defesa de Tiago e de Aroldo Cedraz afirma que recebeu com “surpresa e indignação” a denúncia da PGR e classificou a delação de Ricardo Pessoa de “mentirosa, contraditória e absolutamente desprovida de elementos de comprovação”. Na nota, o advogado Eduardo Toledo afirma que a denúncia não aponta fato concreto para corroborar a acusação de tráfico de influência e disse que “o ministro Aroldo Cedraz jamais foi mencionado nas inúmeras versões contraditórias apresentadas pelo delator Ricardo Pessoa”.

A quebra do sigilo fiscal de Tiago Cedraz, solicitada pela PGR, revela que, no ano de 2014, ele declarou à Receita Federal possuir três apartamentos – um no valor de R$ 2,7 milhões, outro de R$ 2,2 milhões e um terceiro de R$ 488 mil. O advogado também declarou obras de arte e tapetes adquiridos naquele ano – uma dessas obras custou R$ 365 mil; cinco tapetes custaram R$ 93.953,79. “Quanto a Tiago Cedraz, a análise de sua movimentação financeira e variação patrimonial evidencia incremento patrimonial expressivo entre 2011 e 2014, que inclui os valores ilícitos solicitados e obtidos de Ricardo Pessoa”, diz Dodge na denúncia.

As transações bancárias de seu pai, o ministro Aroldo Cedraz, também levantaram suspeitas dos investigadores. A PGR afirmou que o ministro recebeu pagamentos por conta de suas atividades agropecuárias cuja origem não foi possível identificar. “Pela análise dos valores recebidos por Aroldo Cedraz, em decorrência de sua atividade rural, que representam nas contas analisadas apenas um terço dos valores declarados, além de diversos depósitos em espécie sem identificação de origem pelo banco, os peritos apontaram cerca de R$ 2 milhões sem a correspondente origem”, diz a PGR na denúncia.

Aroldo também recebeu, por meio de transferências bancárias, ao menos R$ 150 mil diretamente de seu filho Tiago, entre 2012 e 2014, período em que a UTC teria realizado os pagamentos em troca de informações privilegiadas no TCU. “Tal situação, somada aos fatos narrados pelos colaboradores acerca da atuação de Tiago Cedraz, revela que Aroldo Cedraz agiu para controlar a data do julgamento. Seu ato de ofício infringiu dever funcional, pois pediu vista de um processo para o qual estava previamente impedido. Tudo com o espúrio objetivo de mostrar o poder de controlar a data do julgamento, agindo em unidade de desígnios com seus filho e comparsa Tiago Cedraz”, diz a PGR.

A denúncia, feita com base na delação premiada do dono da UTC , o empreiteiro Ricardo Pessoa, aponta que a empreiteira pagou R$ 2,2 milhões ao advogado para que ele antecipasse informações privilegiadas de dois processos no TCU sobre as obras da empreiteira na usina de Angra 3, que apontavam indícios de sobrepreço.

Na delação, o empreiteiro apresentou planilhas internas da empresa que revelaram a existência de uma espécie de conta-corrente em nome de “Thiago BSB” na contabilidade da UTC, que registrava os pagamentos realizados ao filho do ministro do TCU. É nessa planilha que estão listadas 25 operações que, somadas, totalizam R$ 2,2 milhões, entre 2012 e 2014. “Tiago foi contratado para buscar, de forma antecipada, informações no TCU sobre questões e temas em debate que interessassem à empresa”, disse Pessoa na delação.

Sobre a delação do dono da UTC, a defesa de Cedraz afirma que o Judiciário já rechaçou acusações baseadas apenas em colaborações premiadas de investigados: “A defesa, apesar de todas essas gravíssimas intercorrências, continua confiando na prudência e equilíbrio do Poder Judiciário, registrando, a propósito disso, que o Supremo Tribunal Federal construiu sólida jurisprudência no sentido de rechaçar denúncias baseadas em versões de colaboradores contraditórias e mentirosas, que não encontram a menor ressonância probatória”, diz a nota.

O Globo

O Ministério Público Eleitoral (MPE) recebeu, desde o início do período oficial de campanha, 241 representações sobre possíveis irregularidades praticadas na internet relacionadas às eleições presidenciais e todas estão sendo apuradas pela Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). Segundo o órgão, a maioria, 112, aponta supostos ilícitos na propaganda eleitoral por meio de vídeos ou postagens nas redes.

O MPE dá como exemplo o impulsionamento de conteúdo feito por terceiros em apoio a candidatos – prática vedada pela legislação -, e relatos de que empresários estariam coagindo funcionários a votarem em determinados políticos. Os dados são referentes às representações recebidas de 15 de agosto até quinta-feira, 11.

Foram envidas ao órgão 42 manifestações relatando a disseminação de notícias falsas e conteúdo difamatório envolvendo candidatos presidenciais. Apontamentos sobre realização e divulgação de pesquisas e enquetes irregulares nas redes são 26 representações no total. De acordo com a assessoria do MP, também foram enviados links de internet relativos a manifestações políticas em templos religiosos, distribuição e venda de camisetas, propaganda antecipada, além de conteúdo que pode induzir o eleitor a erro.

Outras 6 reclamam do uso de aplicativos vinculados aos políticos. Roubo de dados pessoais e doação irregular também entraram no conteúdo das representações enviadas. O órgão ainda relata que, no primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (7), 27 vídeos chegaram à PGE em representações que relatam supostos problemas nas urnas eletrônicas.

Do universo total de notícias que o órgão recebeu, a maior parte veio de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. Num primeiro momento, a PGE analisa se o fato relatado configura ou não irregularidade eleitoral. Se sim, pode pedir ao provedor ou à Justiça a retirada do conteúdo do ar. Depois, o órgão atua para responsabilizar os autores.

Caso a irregularidade apontada não seja responsabilidade da PGE, o caso é encaminhado ao órgão do Ministério Público responsável, destino de representações que tratam, por exemplo, de crimes de ódio e violência praticadas em contextos eleitorais, afirma a procuradoria.

Estadão Conteúdo

Nesta foto rara dos anos 70 a Ponte de Igapó estava sendo desmontada para a venda da sua estrutura. Isso porque com o passar dos anos e o crescimento de Natal, ela já não era suficiente para atender a demanda de quem precisava usá-la. Parte da estrutura metálica foi comprada por uma empresa privada, porém, devido ao custo-benefício insatisfatório e a dificuldade de remoção, algumas partes foram deixadas, e o que sobrou depois foi tombado como patrimônio estadual

Dos 513 deputados federais eleitos no último domingo, 102 vão assumir um mandato na Câmara pela primeira vez. Esses novos parlamentares representam 1 em cada 5 políticos que formarão a Câmara dos Deputados em 2019. Metade da nova Câmara é formada por deputados que se reelegeram para a função. Além dos novatos e dos reeleitos, um batalhão de 147 nomes já foi eleito para algum cargo público que não o de deputado federal.

Puxado pelo presidenciável Jair Bolsonaro, o PSL contribuiu com 34 dos 102 dos estreantes.

O levantamento feito pelo UOL levou em conta informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre pleitos anteriores. Em alguns casos, esses novos políticos já concorreram a outros cargos, mas nunca venceram. Deputado mais votado no RJ com apoio de Bolsonaro, Hélio Negão (PSL) é um deles. Antes de vencer esta eleição, ele já havia tentado, sem sucesso, a Câmara em 2014 pelo PTN. Em 2016, já no PSC, tentou ser vereador em Nova Iguaçu (RJ), mas ficou como suplente.

Além de Hélio Negão, a popularidade deBolsonaro ajudou o PSL a eleger mais 33 novos nomes na Câmara. Em sua maioria, esses novos parlamentares são ligados a área de segurança, como militares do Exército ou da Polícia Militar, ou figuras que já eram populares, como a jornalista Joice Hasselmann, mulher mais votada em São Paulo, e o ex-ator Alexandre Frota.

Outros partidos também elegeram nomes conhecidos sem experiência prévia vitoriosa em eleições. Kim Kataguiri (DEM-SP) – um dos líderes do MBL (Movimento Brasil Livre) e deputados filiados ao Novo, partido que disputou sua primeira eleição, foram alguns deles. Já Alexandre Padilha (PT-SP), Marcos Pereira (PRB-SP) e Marcelo Calero (PPS-RJ) foram ministros nas gestões de Dilma Rousseff e Michel Temer (MDB) e ocuparão uma cadeira na Câmara após a visibilidade ganha no governo.

Alguns dos outros novos eleitos ganharam sua primeira eleição, mas levam a política no DNA. São os casos de João Campos (PSB), deputado mais votado em Pernambuco e filho do ex-governador Eduardo Campos; Wladimir Garotinho (PRP-RJ), filho do ex-governador Garotinho (PRP-RJ); Otto Alencar Filho (PSD-BA), filho do senador Otto Alencar (PSD-BA); e Jaqueline Cassol (PP-RO), irmã do senador Ivo Cassol (PP-RO).

PT, PSDB MDB, maiores partidos do Brasil, somam dez nomes entre os novos políticos.

Câmara com renovação, mas não tão nova

No total, 51% da Câmara será renovada em 2019, a maior troca de parlamentares desde 1994. Nesta conta entram os novos políticos, figuras eleitas para outros cargos em eleições anteriores, nomes que já passaram pela Câmara em outras legislaturas, e deputados que foram suplentes e esse ano conseguiram se eleger.

Dos 262 “novos” parlamentares, 129 já foram eleitos para algum cargo, mas nunca para a Câmara. Eles serão 25% da casa em 2019. Em sua maioria esses políticos foram vereadores, prefeitos ou legisladores em assembleias e que subiram na carreira política. Marcelo Freixo (PSOL-RJ), deputado estadual por três mandatos, Wagner Montes (PRB-RJ), também deputado estadual do RJ; e Rui Falcão (PT-SP), ex-deputado estadual e ex-presidente do partido, são alguns desses nomes.

Além destes, 18 políticos foram suplentes à Câmara em outras eleições e agora conseguiram uma vaga como titular. Presidente licenciado do PSL, Luciano Bivar foi em 2014 e neste ano foi um dos mais votados em Pernambuco. O mesmo aconteceu com Túlio Gadêlha (PDT-PE), namorado da apresentadora Fátima Bernardes.

Já 13 políticos voltaram para Câmara depois de pelo menos quatro anos longe dela. O caso mais emblemático é o de Aécio Neves (PSDB-MG), que quase venceu a disputa à Presidência em 2014 e deixou o Senado para garantir sua eleição após ver seu nome envolvido em casos de corrupção. Lídice da Mata (PSB-BA), Gustavo Fruet (PDT-PR) e Ângela Amin (PP-SC) são outros nomes conhecidos que retornam à Casa.

UOL

A maior feira agropecuária do Nordeste, no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim na Grande Natal, e espera receber 330 mil pessoas até 20 de outubro, último dia de evento. A expectativa dos organizadores é de que a feira movimente cerca de R$ 50 milhões em negócios.

A abertura oficial da feira foi às 17h mas o parque que sedia o evento esta aberto desde a manhã, com uma programação especial para as crianças, incluindo passeio de pônei, fazendinha e espaço aventura. O acesso ao parque custa R$ 5.

Os leilões comecam no sábado (13) e seguem até a sexta-feira (19), sempre no Espaço da Associação Norteriograndense de Caprinos e Ovinos (Ancoc). Além disso, os tradicionais julgamentos, desfiles e exposições também estão na programação da Festa do Boi 2018.

Outra atração é a Copa Potiguar de Três Tambores, modalidade de montaria de exibição que deve reunir cerca de 200 cavaleiros e distribuir cerca de R$ 25 mil em premiações.

A tradicional Arena de Shows contará com as apresentações de Wesley Safadão, Gustavo Mioto e Saia Rodada no sábado (13). Já no outro sábado (20), Léo Santana, Márcia Felipe e a dupla Zé Neto e Cristiano sobem ao palco para encerrar a Festa do Boi 2018.

Motoqueiro

Mãe da criança

Um menino de 02 anos morreu na noite desta sexta-feira (12) no bairro Dix-Sept Rosado, zona oeste de Natal. Segundo informações um motoqueiro empinava a moto pela Avenida 7 quando perdeu o controle e atingiu a criança que estava nos braços da mãe, o menino morreu antes do socorro médico. O jovem identificado como Matheus Miranda ainda tentou correr, mas foi perseguido por populares e linchado até a morte.

Os corpos da criança e do jovem foram removidos por uma equipe do ITEP até a sede do órgão.

O novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) que restringiu o foro especial de parlamentares deverá levar para a primeira instância da Justiça Federal uma série de inquéritos e ações penais da Lava Jato contra políticos que não conseguiram se reeleger neste ano.

Entre eles, o senador José Agripino Maia, que, diante das fortes rejeições, tentou disputar o cargo de deputado federal e perdeu. Isso significa que a partir de 2019 ele estará sem mandato e, provavelmente, sem foro privilegiado por prerrogativa de função. Agripino é réu em duas ações penais que surgiram no decorrer da Lava Jato. Uma delas trata do esquema de um possível esquema de corrupção e desvio de dinheiro na construção da Arena das Dunas. Ele é réu acusado de receber propina da OAS, empresa responsável pela execução da obra.

A remessa para a primeira instância não é automática. Depende de parecer da Procuradoria-Geral da República e de decisão do ministro relator em cada caso, o que só deverá ocorrer a partir de fevereiro de 2019, quando começa a nova legislatura e os não reeleitos ficarão sem mandato.

A regra, definida pelo plenário do Supremo em maio, é que o foro especial se restringe a crimes praticados no exercício do cargo e em razão dele.

Se o parlamentar perder a prerrogativa de foro durante a tramitação do processo, o inquérito ou a ação penal que não tiver chegado à fase de intimação das partes para alegações finais.

Segundo o candidato do PDT, é preciso uma ‘mudança radical’ na política, na economia e no combate à criminalidade e à corrupção

O candidato do PDT ao Governo do Estado, Carlos Eduardo Alves, declarou oficialmente apoio ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que disputa segundo turno contra Fernando Haddad (PT).

Em um vídeo divulgado nesta sexta-feira, 12, Carlos Eduardo faz críticas ao PT – partido de sua adversária no segundo turno local, Fátima Bezerra, e de Haddad.

“O PT nos prometeu um País mais justo, com mais emprego, mais segurança, mais saúde, mais educação. Um Brasil com um governo ético e sem corrupção. 12 anos depois, temos um Brasil dividido e vivendo sua maior crise econômica, com 13 milhões de desempregados, a maior violência de todos os tempos e a maior crise ética e moral da sua história”, afirmou.

Segundo o candidato do PDT, é preciso uma “mudança radical” na política, na economia e no combate à criminalidade e à corrupção para romper com esse quadro.

“Por tudo isso, não podemos errar de novo e votar no PT. Por tudo isso e para que o Rio Grande do Norte não fique de fora do novo Brasil, que sairá vencedor das urnas, Bolsonaro presidente”, finalizou.

No primeiro turno presidencial, Carlos Eduardo apoiou seu correligionário Ciro Gomes. Esta semana, a Executiva Nacional do partido anunciou “apoio crítico” a Fernando Haddad.

Informações do Portal Agora RN

Foto: José Aldenir

REJEIÇÃO EM ALTA

Carlos Augusto Montenegro, dono do Ibope, disse a Merval Pereira que “a rejeição a Lula e ao PT é tão grande que, se o ex-presidente fosse candidato hoje, poderia perder a eleição”.

Lula é Haddad. Contra Jair Bolsonaro, ele teria os mesmos 40% dos votos de seu poste.

APERTEM OS CINTOS, LULA SUMIU!

No primeiro programa de rádio de Fernando Haddad, Lula não foi citado uma única vez.

O PT também desapareceu. Fernando Haddad disse que “essa campanha não é de um partido. Quero contar com todos que são a favor da democracia”.

CARA NOVA NO STF

São Paulo – O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, participa do V Forum Nacional Criminal dos Juízes Federais (Fonacrim) que discute “Corrupção e lavagem de dinheiro”, no Hotel Renaissance, região central (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Jair Bolsonaro, em seu mandato, poderá indicar dois nomes para o STF.

O primeiro que ele pretende convidar, segundo a Veja, é Sergio Moro. Depois, João Pedro Gebran Neto ou Marcelo Bretas.

RECONHECENDO A DERROTA!

Lula está pronto para a derrota de Fernando Haddad. Ele mandou plantar na Folha de São Paulo que o importante é o PT “qualificar a derrota”, apontando “a tragédia que virá”.

Ele disse também: “O tsunami vai e volta”.

O ex-ministro Antonio Palocci entregou à Justiça 19 tipos distintos de documentos para comprovar o que foi relatado em sua colaboração premiada. Em petição preparada por sua defesa, ele pede os benefícios concedidos a delatores — que incluem a redução da pena. O documento foi endereçado ao desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, responsável pela segunda instância da Lava Jato.

No processo, que teve o sigilo de alguns anexos derrubado nesta quarta-feira (10), os advogados de Palocci listam 19 provas entregues às autoridades para corroborar tudo o que delatou à Polícia Federal. Entre eles estariam dois contratos fictícios, notas fiscais, emails, extratos bancários, comprovantes de rastreadores veiculares e agenda virtual de sete anos com mais de 7.000 páginas.

A defesa ainda ressalta que o ex-ministro, que já foi um dos homens fortes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, saiu da cela 63 vezes e ficou à disposição da PF por 141 horas durante o período de comprovação das provas.

Preso desde setembro de 2016, o ex-ministro foi inicialmente condenado a 12 anos e dois meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele se encontra detido na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, mesmo prédio onde se encontra Lula. O recurso da condenação será julgado no dia 24 deste mês.

Em 1º de outubro, o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná, quebrou o sigilo de parte do acordo de colaboração de Palocci com a PF. Em um dos anexos, o ex-ministro relata que Lula estava ciente de esquemas de corrupção na Petrobras desde 2007 e que as campanhas que elegeram Dilma Rousseff à Presidência em 2010 e 2014 teriam custado mais que o dobro do valor declarado ao Tribunal Superior Eleitoral.

Folhapress