Presidente do Paraná Pesquisa, primeiro a detectar há quase um mês o crescimento da avaliação positiva do governo Bolsonaro, Murilo Hidalgo explicou a esta coluna que o levantamento do Datafolha, divulgado nesta sexta (14), mostra que a avaliação do presidente está em ascensão e a tendência é passar dos 40% de avaliação positiva. O levantamento de 20 de julho, do Paraná Pesquisa, mostrou que a aprovação havia crescido de 44% para 47,1%. E o governo já era Ótimo/Bom para 37% do total.

POBRE TAMBÉM VOTA

Para o especialista, o socorro do governo aos mais pobres durante a pandemia, por meio de ajuda emergencial, foi decisivo nessa “virada”.

ONDE ELE MAIS CRESCEU

A ascensão de Bolsonaro se deve sobretudo às classes C, D e E e ao Nordeste, onde seus opositores nadavam de braçadas. Nadavam.

FORTE

“Acredito, que se mantiver o benefício, continuar viajando, sem criar crise política, o presidente deve passar de 40 de Ótimo/Bom”, diz Hidalgo.

QUEDA DOS OPOSITORES

Além de crescer na avaliação positiva, Bolsonaro também vê despencar a avaliação negativa do seu governo em dez pontos percentuais. Muitos petistas estão agonizando com esses resultados.

Com informações de Claudio Humberto 

Para justificar a prisão domiciliar concedida a Fabrício Queiroz, Gilmar Mendes usou “o trágico exemplo do ex-Deputado Federal Nelson Meurer”, o primeiro político condenado na Lava Jato pelo Supremo. Ele morreu neste ano na cadeia com Covid-19.

Gilmar Mendes, que já havia criticado a manutenção dele na prisão, destacou na decisão de hoje que a defesa do ex-deputado fez diversas advertências sobre os riscos que corria na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão.

O doleiro Dario Messer citou supostos serviços prestados para a família Marinho, dona da Rede Globo, em delação homologada nesta semana, com o Ministério Público do RJ. Em depoimento realizado no dia 24 de junho e que consta no anexo 10 da delação que tem mais de 20 capítulos, o doleiro afirma ter realizado repasses de dólares em espécie para os Marinho em várias ocasiões.

Segundo o delator, a entrega dos pacotes de dinheiro acontecia dentro da sede da Rede Globo, no Jardim Botânico. Messer diz que um funcionário de sua equipe entregava de duas a três vezes por mês quantias que oscilavam entre 50 mil e 300 mil dólares.

No depoimento, Messer diz ter começado a fazer negócios com os Marinho por intermédio de Celso Barizon, supostamente gerente da conta da família no banco Safra de Nova York. De acordo com o delator, os repasses teriam começado no início dos anos 90, quando Messer tocava sua operação de dólar a partir do Rio de Janeiro. Segundo a versão de Messer, os valores em espécie entregues no Brasil seriam compensados pelos Marinho no exterior, por intermédio da conta administrada por Barizon. Os Marinho depositariam para Messer (no exterior também) o valor entregue em dinheiro vivo no Brasil.

De acordo com o delator, a pessoa que recebia o dinheiro na Globo era um funcionário identificado por ele como José Aleixo. Messer não apresenta provas dessas entregas de dólares e cita em depoimento que nunca teve contato direto com os Marinho, segundo autoridades que leram a delação, em Brasília. Apesar disso, o doleiro sustenta em depoimento que os destinatários do dinheiro seriam os irmãos Roberto Irineu (Presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo) e João Roberto Marinho (vice-presidente do Grupo Globo).

Imagem: reprodução/Instagram

Thais Gramigna fez um desabafo no Instagram nesta semana após ver mais uma vez a foto de seu irmão Thiago Gramigna estampada erroneamente em um painel com imagens de vítimas do coronavírus no Brasil usado pelo Jornal Nacional, da Rede Globo.

                                                               Atestado

“É um absurdo que após esta perda trágica e inesperada que tivemos ainda tenhamos que conviver diariamente com a foto do meu irmão estampada no Jornal Nacional como causa morte Covid 19”, escreveu ela.

Segundo Thais, o irmão dela faleceu no dia 28 de julho enquanto participava de um teste físico da Aeronáutica em Boa Vista-RR. Ela fez questão inclusive de publicar o atestado de óbito de Thiago que aponta parada cardiorrespiratória, taquicardia ventricular e doença cardiovascular não especificada como causa da morte.

View this post on Instagram

É um absurdo que após esta perda trágica e inesperada que tivemos ainda tenhamos que conviver diariamente com a foto do meu irmão estampada no Jornal Nacional como causa morte Covid 19. Mais uma vez, venho esclarecer que Thiago Aurélio Gramigna faleceu em 28/07 durante um teste físico da Aeronáutica em Boa Vista / RR. Conforme atestado de óbito a causa morte foi parada cardiorrespiratória, taquicardia ventricular e doença cardiovascular não especificada. Thiago nunca teve Covid e muito menos foi a óbito devido a essa doença. Não utilizem meu irmão como divulgação de mais um número para essa pandemia, não causem à nossa família mais tristeza e dor. Exijo retirada da foto dele e retratação urgente em rede nacional. @redeglobo @jornalnacionall @willianbonneroficial @renatavasconcellosoficial

A post shared by Thais Gramigna Fernandes (@thais.gramigna) on

produção

Os mandados de prisão contra Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, foram expedidos no início da noite desta sexta-feira (14) pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio.  Os dois serão levados para exame no Instituto Médico-Legal e, depois, para os presídios que forem indicados pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.

De acordo com despacho, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj não pode ser levado para o Batalhão Especial Prisional – BEP.

Fernandes de Souza foi designado relator das investigações em torno do senador Flávio Bolsonaro depois que, em junho, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, decidiu que o caso deveria sair da primeira instância.

Ofício do Superior Tribunal de Justiça com a determinação de prisão de Queiroz e de Márcia chegou a ser encaminhado, no início da tarde desta sexta (14), para a desembargadora Suimei Cavalieri, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. No início de julho, ela decidira enviar para o STJ dois habeas corpus impetrados pela defesa do casal. Ainda nesta sexta, os autos foram repassados para Fernandes de Souza.

Ao revogar, na quinta (13), a liminar que concedera prisão domiciliar para Queiroz e Márcia, o ministro Félix Fischer, do STJ, recomendou que o TJRJ decidisse com celeridade sobre as decisões tomadas pela 27ª Câmara Criminal,  que determinou a prisão de Queiroz e de Márcia. Também quer que o TJRJ avalie o habeas corpus encaminhado ao STJ.

Além dos dois habeas corpus que haviam sido enviados para o STJ há um terceiro, protocolado assim que a 3ª Câmara Criminal decidiu que a investigação contra o senador Flávio Bolsonaro deveria sair da primeira instância e passar para o Órgão Especial do TJ.

O desembargador também foi encarregado de responder ao pedido de informação feito pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, relator de um outro habeas corpus impetrado pela defesa do casal.

CNN Brasil

O programa Acessuas Trabalho, da Prefeitura de Macaíba continua oferecendo novas oportunidades de emprego e de iniciação ao mercado de trabalho para a juventude macaibense.

Sete estudantes que participaram do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Prefeitura, na faixa etária de 15 a 17 anos, cursando o oitavo ano do ensino fundamental foram contratados como Jovem Aprendiz da CAERN e terão o curso ofertado pelo Centro Educacional Dom Bosco.

Prefeitura de Macaíba (Via Facebook)

Sentindo-se “fritado” depois que veio à tona o escândalo do superfaturamento de contratos da pasta que comandava, o ex-secretário de Saúde Edmar Santos decidiu seguir o conselho de um deputado com quem costumava conversar sobre a crise. Passou a gravar suas conversas com vários políticos e decidiu guardar o material que, agora, usará para se defender da acusação de que seria o chefe do esquema de desvios de verbas em compras emergenciais para o combate à Covid-19. O teor das conversas é mantido sob sigilo, mas, segundo fontes ouvidas pelo GLOBO, são parte fundamental do acordo de delação premiada que firmou com a Procuradoria Geral da República (PGR), um tipo de benefício que só é validado mediante a apresentação de provas. Ele teria gravado diálogos com o governador Wilson Witzel e o pastor Everaldo Dias Pereira, presidente do PSC.

Edmar foi preso no dia 10 de julho, sob a acusação de ser um dos chefes de um esquema de corrupção que teria desviado R$ 1 bilhão em compras durante a pandemia. Uma série de denúncias sobre superfaturamento e direcionamento de editais foram feitas na gestão do ex-secretário. De sete hospitais de campanha, apenas dois foram inaugurados, mesmo assim com capacidade abaixo da prevista. Mil respiradores para pacientes infectados em estado grave, pelos quais o estado pagou R$ 36 milhões, nunca chegaram. Desse total, apenas 52 foram entregues, e nenhum era adequado para o tratamento da Covid-19.

Em nota, a assessoria de Wizel frisou e que ele não foi informado sobre o conteúdo da delação premiada de Edmar e que jamais teve, em toda a sua gestão, “qualquer conversa que não fosse a respeito de assuntos governamentais e de interesse da população fluminense com o ex-secretário de Saúde ou com qualquer outro integrante do governo”. O pastor Everaldo, presidente do partido do governador, também afirmou que desconhece detalhes do acordo firmado pelo ex-secretário com a PGR, mas disse que está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários.

Para firmar o acordo com a PGR, que pode livrá-lo da denúncia, Edmar também se prontificou a devolver R$ 8,5 milhões aos cofres públicos. Esse foi o valor encontrado em espécie durante as ações de busca e apreensão da operação Mercadores do Caos, conduzida pelo Ministério Público estadual. Por decisão do Superior Tribunal de Justiça, as investigações deixaram o MP e estão concentradas em órgãos federais. Por ter foro privilegiado, Witzel é investigado no STJ e, por isso, todos os outros réus, pelo entendimento da Corte, também devem responder pelos atos no mesmo processo. O acordo de delação foi formalizado pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ, dias depois de Edmar ter sido solto, a pedido da própria PGR. Ao deixar a prisão, Edmar foi ouvido pelo ministro do STJ, como determina a lei para casos de delação premiada. Oficial da Polícia Militar, o ex-secretário ficou preso no Batalhão Prisional Especial da corporação, em Niterói.

Além de conversas telefônicas, Edmar teria gravado mensagens de áudio e texto trocadas por aplicativos de celular. Há ainda registros de conversas entre Edmar e deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O ex-secretário teria detalhado todo o processo de aquisição de itens para pandemia, que agora estão sob investigação. Para os investigadores, o volume de dinheiro mobilizado e de empresas envolvidas indicam que as fraudes envolveram um grande grupo de pessoas.

— Edmar responsabiliza outras pessoas, recebia ordens inclusive de um político que não trabalha no Palácio Guanabara. Também teve empresários e deputados envolvidos — afirmou uma pessoa que teve acesso à delação de Edmar.

Em nota, a Alerj informou que não irá comentar delação sigilosa à qual não teve acesso nem conhecimento.

O GLOBO

Ainda era madrugada do dia de hoje, 13 de agosto de 2020, quando a equipe de policiais civis de Assu, sob o comando do delegado Bel. Paulo Pereira Junior, em conjunto com a Polícia Militar do 10º BPM, comandada pelo Major Maximiliano, bem como com diversas equipes de várias delegacias de Polícia Civil e da Polícia Militar de todo o Estado do Rio Grande do Norte, reuniram-se a fim de deflagrar a OPERAÇÃO TAPA BURACO.

A operação em questão ocorreu em vários bairros da CAPITAL DO VALE e foi desencadeada a fim de combater e coibir diversos crimes na cidade, tais como tráfico de drogas, homicídio e roubo, dentre outros. Para tanto foi utilizado, inclusive, o cão farejador da Polícia Civil.

Na ocasião cerca de 14(quatorze) pessoas foram conduzidas à unidade de Polícia Civil de Assu, em flagrante delito, e/ou provenientes de mandados de busca e apreensão, assim como em cumprimento de mandados de prisões, expedidos pela 3º vara criminal da comarca de Assu-RN. Foram presas 08(oito) pessoas:

ANA CRISTINA DA SILVA URBANO, pelo crime de tráfico de drogas. EMERSON MATHEUS FAUSTINO DANTAS, pelo crime de tráfico de drogas; FRANCISCO BERNARDO DE OLIVEIRA FILHO, vulgo BERNARDINHO, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, posse de arma de fogo, Receptação e crime ambiental;

FRANCISCO NUNES DA SILVA, vulgo FRANCISCO GORDINHO, pelo crime de tráfico de drogas; MATHEUS CARLOS MORAIS DE SENA, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, posse de arma de fogo, Receptação e crime ambiental;

RENATO CARLOS DE AZEVEDO, vulgo BOB ESPONJA, pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo e crime ambiental, além de ser suspeito de participação, juntamente com outros indivíduos, do assassinato de CACHORRO D’ÁGUA; E RODRIGO PEREIRA DA SILVA, vulgo RODRIGO 157, pelos crimes de tentativa de homicídio e roubo. Uma outra pessoa foi presa posse ilegal de arma de fogo e sendo  liberado após pagamento de fiança.

Os presos foram encaminhados à Cadeia Pública de Mossoró, enquanto que a presa foi para o Complexo Agrícola Mário Negócio, também na capital do oeste potiguar, onde ficarão à disposição do sistema penitenciário estadual.

A Polícia Civil de Assu-RN solicita à população que caso tenha alguma informação que leve à prisão de delinquentes entre em contato através do seu disque denúncia, pelo telefone n° (84) 99992-2122, e garante o sigilo da sua identidade. (Focoelho)

Poder360 compilou a média móvel de mortes pela covid-19 em 7 dias em todas as unidades da Federação. Esse indicador ameniza eventuais variações circunstanciais nos números.

O Brasil contabiliza 3.222.876 de casos confirmados e 105.463 mortes em decorrência da doença causada pelo novo coronavírus. Os dados foram atualizados nesta 5ª feira (13.ago.2020) pelo Ministério da Saúde.

Na média dos últimos 14 dias, o RN vai com uma queda de 18,8% no número de óbitos.