Segundo informações que circulam nas redes sociais, um assaltante foi morto a tiros por um desconhecido durante uma tentativa de assalto em Macaíba. De acordo com relatos, três homens tentaram assaltar um estabelecimento comercial, mas não contavam com um desconhecido que percebeu a ação criminosa e abriu fogo contra os bandidos, vindo a óbito no local. O desconhecido foi atingido de raspão e os outros dois assaltantes fugiram. Ler mais…

Após reunião realizada na sede do Palácio Auta de Souza entre feirantes, comerciantes do Mercado Público e de bancas em calçadas foi deliberado pelo Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Enfrentamento ao COVID-19 (Coronavírus), da Prefeitura de Macaíba, o retorno da feira livre, no próximo sábado (04/04).

A feira livre será exclusiva para feirantes residentes em Macaíba, mas para participar é necessário preencher o formulário, que está disponível no site da Prefeitura de Macaíba (https://formulario.macaiba.rn.gov.br) ou através dos telefones listados abaixo.

A realização de atualização cadastral de todos os feirantes, ocupantes de boxes e calçadas, através de telefone, WhatsApp e formulário eletrônico, durante o período de 01 a 02 de Abril de 2020. O comerciante que não atender as determinações não poderá exercer suas atividades.

Entre as recomendações, está o afastamento das bancas, de no mínimo 1,5m, uso de álcool em gel, além de equipamentos de proteção pelos feirantes, entre eles, máscaras e luvas. Será proibida a venda de produtos no chão. Além disso, Não será permitida a comercialização por feirantes classificados como de grupo de risco de acordo com as definições do Ministério da Saúde. Após a deliberação dessas medidas, uma ata foi lida, aprovada e assinada por todos os presentes na reunião desta quarta-feira (01/04).

A Prefeitura de Macaíba alerta que a responsabilidade é de todos e que os moradores de Macaíba devem evitar aglomerações, assim como a presença de idosos está totalmente proibida. A continuidade da feira livre vai depender do comportamento de todos, feirantes e clientes.

Os telefones para contato para os (as) interessados (as) são: 3271-4662 ou 6629 (Infraestrutura), 98116-3411 (Assistência Social), 3271-3393 ou 91802-8891 (CRAS Tavares de Lyra), 3271-6502 ou 6522 ( CRAS Fabrício Pedroza) e 3271-3180 (SEMURB).

Assecom-PMM

A China, berço da pandemia que começou em dezembro do ano passado, reportou cerca de 82.000 casos e 3.330 mortes causadas pela Covid-19.

São números menores do que os dos Estados Unidos, por exemplo, que hoje têm mais de 189.000 casos e mais de 4.000 mortes, com muito menos tempo de contágio comunitário.

Os chineses argumentam que conseguiram controlar a propagação do novo coronavírus graças às medidas restritivas severas. Isolaram completamente a província de Hubei, onde fica Wuhan, a cidade onde tudo se iniciou. As medidas restritivas severas foram e são essenciais, quase ninguém duvida. A dúvida é se os chineses conseguiram mesmo controlar tanto assim a propagação, a ponto de terem menos vítimas do que países ocidentais que foram atingidos pela peste e que também decretaram quarentena e confinamento.

De acordo com o site da Bloomberg, o serviço de inteligência americano teria descoberto que os números chineses são mentirosos. Um relatório secreto com as conclusões sobre a suposta mentira foi entregue à Casa Branca na semana passada, segundo o site.

Os números chineses foram determinantes para que o mundo subestimasse a letalidade do novo coronavírus e a sua capacidade de propagação, de acordo com Deborah Birx, conselheira de imunologia do Departamento de Estado americano.

“A comunidade médica interpretou os dados chineses assim: ‘Isso foi sério, mas menor do que se esperava. Porque provavelmente estávamos perdendo uma quantidade significativa de dados, agora vemos o que aconteceu na Itália e Espanha’, disse ela ontem, como registra o site da Bloomberg.

O secretário de Estado, Michael Pompeo, vem acusando a China de esconder o tamanho do problema e ser lenta no compartilhamento de informações sobre o assunto.

É preciso que a verdade venha logo à tona.

O monitor online do Laboratório de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) indica que Natal é o epicentro de coronavírus no estado. Já os dados da capital potiguar mostram que o bairro do Tirol, na Zona Leste da cidade, concentra 30,43% dos casos confirmados.

Ainda de acordo com os dados, o bairro Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, tem 17,39% dos casos, empatado com Petrópolis, na Zona Leste.

Para acompanhar o monitoramento, basta acessar o link disponibilizado pelo laboratório.
Casos no RN

Até a tarde desta terça (31), eram 82 casos confirmados do novo coronavírus em todo o estado. Uma morte causada pelo novo vírus foi confirmada. Já o número de casos suspeitos chegou a 1.836. Outros 405 casos foram descartados.

Agora RN

As empresas do sistema de transporte público de Natal e do estado vão começar a demitir seus empregados a partir de amanhã.

Com a redução no movimento de passageiros, o faturamento caiu mais de 90% nesse mês. Serão 600 funcionários demitidos em Natal e mais 250 nas empresas intermunicipais.

A Prefeitura de Natal e Governo do Estado já foram oficialmente informados da decisão.

O Informativo Atitude confirmou que a morte de Matheus Aciole de 23 anos, no Hospital Antônio Prudente, no fim da tarde desta terça-feira foi por causa do coronavírus. É o primeiro óbito causado pelo vírus na capital potiguar.

O paciente, com quadro de obesidade, deu entrada em hospital privado, no dia 24 de março, onde foi examinado e retornou para a residência para continuidade de medicações prescritas. Manteve-se isolado por dois dias, não apresentando melhora procurou o serviço público de saúde no dia 27 de março onde foi atendido e realizou o teste para a doença, sendo regulado para o serviço privado em seguida.

Ele é o segundo óbito no Rio Grande do Norte provocado pela Covid-19. O primeiro foi o professor universitário Luiz Di Souza (61 anos), em Mossoró.

A SECRETARIAS de Saúde do estado e do município em nota conjunta confirmaram a informação.

Nossos sentimentos a todos os familiares e amigos.

Segue a nota:

Foto: Divulgação

O Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse nesta terça-feira que medidas de isolamento social impostas por governos estaduais e recomendadas pelo Ministério da Saúde evitaram que o Brasil registrasse um aumento no número de casos da Covid-19 nos moldes do que aconteceu em Nova Iorque, nos Estados Unidos. As medidas, no entanto, são criticadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

– Nós temos hoje, nem sete dias que estamos ficando em casa. Por isso que é importante manter. Temos dois objetivos nessa fase: 1 – diminuir as nossas chances (de ser infectado) e de (a doença) chegar às grandes aglomerações; 2 – melhorar ao máximo as condições de trabalho e de equipamentos de proteção individual.

A declaração foi dada durante entrevista coletiva sobre o novo balanço de casos do novo coronavírus no Brasil. Segundo o último levantamento, o país tem hoje 5.717 casos confirmados e 201 mortes. Para Mandetta, já é possível afirmar que a velocidade de crescimento da doença no Brasil tem sido impactada pelas medidas para reduzir a circulação de pessoas.

– Uma coisa podemos afirmar categoricamente: o Brasil não entrou na espiral absoluta, a curva ascendente, na qual entrou Nova Iorque, porque houve essa conscientização de todo mundo – afirmou Mandetta.

O ministro disse, no entanto, que o “grau” de benefício dessas medidas ainda é incerto porque elas demorariam, em média, duas semanas para surtir efeito, que é o prazo de incubação da doença.

– Agora, o grau de benefício que a gente vai ter… (ainda é indefinido). A gente pára duas semanas para ver como isso vai replicar nas outras duas porque o tempo de incubação (da doença) são 14 dias. Muito caso que a gente está tendo hoje é reflexo de 14 dias atrás – disse o ministro.

O ministro defendeu a manutenção das medidas para evitar um “lockdown total” sem ter equipamentos de proteção aos trabalhadores. Ele lembrou que a China, maior produtora desses itens, parou por conta do coronavírus:

– Se a gente volta para uma atividade agora, pode acontecer de daqui a duas, três semanas começar uma ascendência e a gente não ter equipamento de proteção individual. E ter que ir para um lockdown total, para tentar proteger nossos trabalhadores. Não vamos fazer nada sem os números, epidemiologia e planejamento – disse Mandetta.

Número de curados
Questionado sobre número de curados, o secretário de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, afirmou que é “todo mundo que pegou o vírus e não teve complicação”. O ministro Mandetta, então, disse que a Universidade Federal de Pelotas e a Universidade de São Paulo (USP) farão um inquérito sorológico para estimar a quantidade de pessoas que já tiveram coronavírus no país, comparando o processo como uma pesquisa eleitoral, em que escuta “3 mil pessoas”, com “margem de erro três a mais, três a menos”.

– Aquilo ali a gente faz nas cidades, nos bairros, por amostragem. Usa um modelo matemático e fala: olha, pelo número que tem aqui, a gente sabe que 20%, 30%, que 500 mil, um milhão de pessoas já têm anticorpos. Isso vai ser um dos bons indicadores para saber momentos de acelerar ou desacelerar- afirmou o ministro.

– Tem muita gente que não vai ter nada, simplesmente vai ter o anticorpo. Aquele pessoa que deu sorte, pega o vírus aos 47 minutos do segundo tempo, ele está bem baleadinho, mas dá conta de entrar no seu nariz, mas seu sistema de defesa dá conta de tirá-lo, sem que você tenha nada, nenhum sintoma.

Ao fim da coletiva, Mandetta lamentou a morte de um amigo, Kiko Cangussu, blogueiro de Mato Grosso do Sul. O ministro contou que na noite de ontem ele fez uma postagem: “Socorro, Henrique”, após outras publicações, sobre relação entre sinusite e coronavírus. Cangussu foi encontrado morto pelo filho, provavelmente vítima de infarto, segundo o ministro.

– Um grande amigo, um cara que me ajudou muito na vida. E como ele falou “Socorro: Henrique e eu nao pude estar lá para ajudar, transmito aqui meus pêsames_ disse Mandetta, citando o filho do blogueiro, com voz levemente embargada.

– Desculpa aí, meu amigo, não deu para te socorrer na hora.

O Globo

Foto: Getty Images

O Senado aprovou nesta segunda-feira (30) um projeto que autoriza a distribuição de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) aos pais ou responsáveis dos estudantes das escolas públicas de educação básica (PL 786/2020). A medida vale para o período de suspensão das aulas em razão de situação calamidade pública. O projeto seguiu para sanção presidencial.

De autoria do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), a matéria foi aprovada na Câmara na semana passada, e no Senado foi relatada pelo senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL). O projeto segue agora para sanção presidencial.

A votação foi rápida, com a leitura do parecer pelo relator e, em seguida, a votação simbólica. Desde o dia 20 de março, as sessões são realizadas de forma remota. Apenas o presidente da sessão, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), e o senador Weverton Rocha (PDT-MA) estavam nas dependências do Senado.

O texto aprovado determina que, em situações de emergência ou calamidade pública, “fica autorizada, em todo o território nacional, em caráter excepcional, a distribuição imediata aos pais ou responsáveis dos estudantes nelas matriculados, com acompanhamento pelo [Conselho de Alimentação Escolar] CAE, dos gêneros alimentícios adquiridos com recursos financeiros recebidos, nos termos desta Lei, à conta do [Programa Nacional de Alimentação Escolar] Pnae.”

“Muitos dos estudantes que dependem da merenda escolar como fonte de nutrientes diários, com as escolas fechadas, podem ficar sem comer, especialmente se consideramos a queda da renda familiar de grande parte da população”, disse Cunha em seu relatório.

Com informações da Agência Senado e Agência Brasil